quarta-feira, 20 de abril de 2011

É,



eu confesso que não é exatamente a realidade que eu esperava encontrar. Talvez isso mude. Talvez você entre na minha vida sem tocar a campainha e me sequestre de uma vez. Talvez você pule esses três ou quatro muros que nos separam e segure a minha mão, assim, ofegante, pra nunca mais soltar. Talvez você ainda possa pular no rio e me salvar. Ou talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor. Porque no fundo eu sei que a realidade que eu sonhava afundou num copo de cachaça e virou utopia .

Caio Fernandes de Abreu

2 comentários:

  1. Olá,
    te agradeço por sua visita tão solidária com suas palavras sábias. Obrigada! Mas quero que saiba que aquela história não é fato meu... mas de uma amiga. De qualquer forma, irei levar as mensagens de força para ela! Estou deixando essas palavras aqui porque alguns pensaram que a personagem era eu...

    E desejo-te uma semana de paz...

    beijos açucarados

    Beijos!

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  2. Obrigada amiga, percibe ao final de meu comentário que de fato não era sua a lamentavel história...Mas mesmo assim fiquei e estou comovida com a historia de sua amiga...Espero que ela seja feliz pelo tempo de vida que ela estiver !

    beeijos

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